A loucura de me pôr perto do abismo sem te ter por perto de mim é a flecha que incendeia a minha racionalidade!
Porquê deitar tudo a perder por um sussurro?
São tão leais como as doninhas, como uma flor, … como as quatro paredes do meu quarto. Não tive a capacidade alegada a uma maturidade suficientemente credível para as conseguir escolher. Bastou o sussurro perdido no escuro para saber que aquilo era errado – voltei-me para a sombra invisível no escuro e reflecti-me na verdade dos olhos perdidos dentro da caixa dos “perdidos e achados” que nunca ninguém encontrou… sonho com isso, mas não tenho as pistas suficientes para revistar o meu coração e a luz das ideias se acender!
Foram tempos perdidos num presente vácuo. Nunca chegou a ser passado? Se ainda penso em ti, és presente. Porque foges de mim? Anseio por ti, mais do que qualquer sentimento. Não pretendo condenar os meus olhos à água suja que bebes e que te purifica por dentro. Mas, tu, vida, sabes bem que eu anseio essa vertente negada num pensamento claro e racional. Mas de racional o que tens tu para me mostrar? Segunda vez: anseio por isso, mais do que qualquer momento!
Hoje, penso em ti como um enigma que sei que descobrirei no último segundo da última batida, última respiração, último abrir de olhos, último pensamento e último momento.

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