sábado, 10 de setembro de 2011

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

A estrada que alguma vez pisei encontra-se encadeada pelo fogo que se apega às virtudes dessa personagem.


Dir-me-ias que se pegasses numa flor a punhas no cabelo, eu dir-te-ia que o melhor jardim está dentro do meu coração. Os olhos contemplam aquilo que a boca promete recordar em breves segundos e nunca numa eternidade. As palavras voaram, mas a menina contemplada no fim sairá vencedora de todas as críticas de desilusões de coração.

Numa mera tempestade, se os cabelos voarem, levarão segredos reservados ao infinito; se o vento lhes for intocável, o verdadeiro significado estará dentro da alma mais profunda que nem uma sombra saberá distinguir e encontrar. Uma parede não serve de muito quando a pureza não sobressai... encontra-se nos cantos onde todos os dias só infinito lá pisa. Ao lado da pureza, a estrada da mudança habita como se "não houvesse amanhã". Esta sou eu, aqueles que os olhos contemplam numa fotografia, numa realidade, numa vida.

São retratos de uma vida.

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